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Novembro 28, 2022

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FC Porto vence Super Taça Cândido de Oliveira

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FUTEBOL - Apresentacao da edicao de 2013 da Supertaca Candido de Oliveira e do respetivo Trofeu. Sede da FPF, em Lisboa. Segunda Feira, 5 de Agosto de 2013. (Miguel Nunes/ASF)

O FC Porto venceu a 22ª Super Taça Cândido de Oliveira ao vencer por 2-0 o SL Benfica, esta noite, em Aveiro. Um jogo com duas partes distintas, mas com o vencedor a ser superior nas duas.

As equipas apresentaram-se ambas em 4x4x2. Do lado dos dragões, os 3 jogadores em dúvida, Pepe, Otavio e Corona, foram a jogo. Taremi fez companhia a Marega, e Manafá voltou ao 11. No Benfica já se sabia que Pizzi não jogava, e Jesus apostou em Weigl para se juntar a Taarabt no meio campo. Walschmidt fez companhia a Darwin no ataque.

O jogo começou com uma lance polémico. Sérgio Oliveira cobrou um “canto mais curto”, e na luta aérea, Taremi ganha o lance, com a bola a bater no braço de Gilberto. Os jogadores do Porto protestaram, mas depois do lance ter sido analisado pelo VAR, Hugo Miguel mandou, e bem, jogar.
Foi uma primeira parte de luta. As duas equipas encaixaram uma na outra, e o perigo não chegava às balizas de Marchesin e de Odysseas. Muita luta, algumas picardias entre jogadores, o normal num jogo deste tipo, equipas agressivas, mas no bom sentido.
Exceção feita a dois momentos.
Numa das poucas transições rápidas do Porto, Corona descobriu, na profundidade, Taremi, e no 1 contra 1 com Ody, sofreu penalti. O auxiliar marcou fora de jogo ao avançado azul e branco, mas o VAR disse que não estava. Sérgio Oliveira não tremeu, e fez o golo para os Dragões. Estavam corridos 25m de jogo.
3m depois, foi a vez do Benfica criar perigo. Excelente jogada de envolvimento dos encarnados, com Grimaldo a aparecer dentro da área do Porto, e a obrigar Marchesin a uma grande defesa.
Depois deste lance, voltamos à luta do meio campo, e o jogo foi para intervalo aos 47m

A segunda parte foi diferente. A perder, o Benfica esticou-se mais no terreno e começou a dar espaços entre linhas. O Porto ficou mais confortável, a ganhar a bola mais perto da área encarnada, e aos 50m Uribe obrigou Ody a uma grande defesa.
O jogo ficou mais vivo, nem sempre bem jogado, mas com mais emoção e perigo. Aos 60m, num livre direto, Grimaldo obrigou Marchesin a defesa apertada e atenta. Os dragões não sentiram o “toque” e mantiveram-se igual a si próprios. JJ não gostava do que via, e Seferovic entrou para o lugar de Rafa, que esteve num dia não. No entanto, era Ody continuava a salvar o Benfica, desta vez num canto, onde Mbemba esteve perto de marcar.
A turma de Conceição mostrava-se mais madura, mais tranquila no jogo, mas apanhou um susto aos 85m. Grimaldo, o único que criou perigo do Benfica, mais uma vez de livre direto, fez a baliza estremecer num remate à trave. Foi o canto do cisne encarnado.
O jogo “terminou” pouco depois. Taarabt perdeu a bola para o recem entrado Martinez, e num rápido contra ataque, Luis Diaz acabou com o jogo. 2-0, a taça estava entregue.

O Porto venceu, de forma justa, a Super Taça. Foi a equipa mais organizada, mas adulta, mais madura, mais sólida e mais perigosa. O Benfica parece ainda em construção, e tem muito trabalho pela frente. Jesus disse que a equipa ainda está a 50% daquilo que pode e deve render.
Para a história ficam os golos de Sérgio Oliveira e de Luis Diaz.

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