Resumo da jornada: Clássico “caiu” para o lado do Benfica numa jornada sem grandes surpresas
Fotografia: Pedro Granadeiro / Global Imagens
Em semana de clássico entre Porto e Benfica, a jornada do basquetebol português não teve surpreses de maior nos resultados.
Esta semana os jogos começaram com o visita do líder Sporting a Guimarães. Não foi novidade a panóplia de problemas que o Vitória SC sentiu ao tentar segurar o poderoso conjunto verde e branco.
Os leões chegaram ao descanso já em vantagem, ainda que apenas com 5 pontos de diferença (32-37). O arranque da segunda parte trouxe uma equipa do Sporting apostada em se distanciar no marcador o que aconteceu com naturalidade e fruto da vantagem que conseguiram quase sempre junto às tabelas. Além disso, o “banco” do Sporting permite uma rotatividade sem perda de qualidade e isso fez a diferença no que toca ao objetivo de manter sempre o Vitória a uma distancia segura. Resultado final: 77-82.
Do lado vimaranense destaque para Alfred Parrish (25pts, 3res, 3ast, 2rb), enquanto que Travante Williams (29pts, 6res, 4ast, 1rb, 4dl) foi a grande referência do Sporting.
Yussuf e o conjunto açoriano não deram margem para grandes esperanças à Ovarense. Depois de um arranque forte do Lusitânia, a Ovarense ainda conseguiu responder e levar para o intervalo um resultado equilibrado (42-48), mas no regresso os visitantes impuseram o seu jogo e venceram por 87-97.
Temidayo Yussuf (25pts, 14res, 3ast, 1dl) volta a ser o destaque do Lusitânia, seguido de perto Antonio Woods (24pts, 6res, 5ast, 1rb). Nos vareiros Chris McKnight (18pts, 7res, 3ast, 1rb, 2dl) foi quem mais contribuiu.
A sensação do momento na Liga não desarma. O Imortal venceu o Galitos. Depois de um arranque de jogo equilibrado, o Imortal aproveito o segundo quarto para se distanciar com um parcial de 30-12, levando para o intervalo um resultado de 59-38.
O Galitos regressou do descanso apostado em aproximar-se do adversário no marcador, mas a vantagem 21 pontos permitia ao Imortal uma gestão que nunca se pode adjetivar de tranquila, mas que era possível de se fazer ainda por cima quando se é eficaz na finalização como foi o caso. Resultado final: 100-87.
DJ Fenner é o rosto de maior destaque no Imortal neste jogo (28pts, 3res, 3ast) enquanto que Quinton Dogget (24pts, 2res, 1ast) foi o melhor no Galitos.
Nova derrota para o Maia Basket, desta feita frente ao CAB Madeira SAD que numa trajetória muito positiva. O CAB entrou muito forte no jogo, beneficiando de um Maia com pouco acerto no lançamento. Ainda que tenha havido resposta do conjunto maiato, foi longe de ser o que era preciso para “fazer peito” aos madeirenses. Justin Gray (17pts, 9res, 3ast, 4rb, 1dl) foi o melhor na equipa da casa. Já no caso do Maia, destaque para Lamar Morgan (25pts, 13res, 2ast, 2rb, 1dl).
Quem também pode dar continuidade ao seu momento de boa forma foi o Esgueira ao triunfar fora frente ao FC Barreirense. Apesar do resultado ao intervalo dar alguma esperança aos da casa (40-44) e de um bom início da segunda parte, o conjunto aveirense acabaria por assumir a liderança do jogo já nos últimos cinco minutos e não mais a largou. Resultado Final (85-89).
No Barreirense, destaque para Kurt James (25pts, 6res, 1rb). Do lado do Esgueira foco em Kareem Brewton (38pts, 5res, 2ast, 4rb) que foi decisivo na vitória.
Na noite de sábado entrou em campo a Académica na receção à Oliveirense. A equipa de Oliveira de Azeméis mostrou-se focada na vitória desde o início chegando já ao intervalo a vencer por 32-40. A Briosa lutou sempre por ser um adversário à altura dos bicampeões, mas no último quarto a Oliveirense voltou aos dois dígitos de vantagem e caminhou tranquila para o resultado final de 71-89.
Destaque na Académica para Malcolm Richardson (17pts, 5res, 3ast, 3rb), Josh McNair (14pts, 5res, 2ast, 1rb). Do lado dos bicampeões o destaque vai para a dupla habitual: Travis Munnings (27pts, 12res, 2ast, 2rb) e Justin Alston (23pts, 14res, 2ast, 1rb, 2dl).
No clássico da tarde de domingo, o FC Porto perdeu com o Benfica no seu reduto. Apesar do dominio inicial, os portistas deixaram-se apanhar no marcador e até deixaram o Benfica cavar uma diferença considerável no marcador e o cenário à entrada do último quarto era preocupante para os da casa que tinham 11 pontos de atraso (55-66). Neste último quarto, Riley surgiu como destaque, fez vários lançamentos certeiros, nomeadamente triplos, que permitiram ao Porto voltar a discutir o resultado, mas depois o jogador exagerou nas tentativas de triplos e desperdiçou vários lançamentos que resultaram em posse de bola para o Benfica que só teve de gerir da melhor forma e assegurar aqui uma importantíssima vitória por 79-87.
No lado da equipa da casa destaque para Jalen Riley, enquanto que no lado do Benfica fica para memória a exibição de Quincy Miller.
