Lobos perto de fazer história.
Os Lobos defrontaram o Japão e este muito perto de fazer história. Os nipónicos confirmaram o seu favoritismo, mas Portugal esteve sempre na luta pelo resultado e a diferença no marcador (25-38) não reflete os eventos dos 80 minutos de jogo da forma mais fiel.
Perante os 11 mil espetadores no Estádio Cidade de Coimbra, os Lobos jogaram de acordo com a sua identidade: jogo de mãos, intenseno e rápido na procura do espaço entre a linha defensiva do adversário.
O Japão entrou forte e dominou territorialmente desde cedo. Aos 4 minutos chegou ao ensaio por Fifita. Portugal, fiel à sua identidade, foi aproveitando a sua posse de bola e acabaria por reduzir com uma penalidade de Samuel Marques aos 17 minutos (3-5).
Pouco depois, o mesmo Samuel Marques lançava uma jogada que permitia a José Lima um ensaio que colocou Portugal na frente do marcador.
Os visitantes recuperaram a liderança com 3 penalidades marcadas antes do intervalo, enquanto que Portugal marcou apenas mais uma. Ao cair do pano do primeiro tempo Nakano fez mais um ensaio para o Japão e as equipas foram para o descanso com o resultado de 11-21.
No segundo tempo Portugal entrou bem e Mike Tadjer aproveitou um “maul” dinâmico, mas a resposta do Japão veio passados 8 minutos e chegou sob a forma de mais um ensaio, desta feita de Kazuki Himno. João Granate marcou um ensaio aos 60 minutos que colocou o resultado em 25-28 e a vitória era possível para Portugal. Matsuda marcou mais uma penalidade que mesmo assim deixava ainda o resultado ao alcance de Portugal.
Aos 76 minutos um amarelo para Nakjaima deixou o Japão em inferioridade numérica e Portugal partiu para dentro do meio campo nipónico em busca de fazer história.
Sentia-se que o ensaio luso estava eminente, mas Yamanaka já depois dos 80 fez o ensaio depois de um erro do ataque português. O contra-ataque foi letal. Ryohei Yamanaka fez o dos nipónicos, já em período de compensação.
